terça-feira, 1 de dezembro de 2009


Contatos: priscilanunes.jornalismo@gmail.com

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Como eu parei aqui

Quando criança eu pensava em ser professora. Brincadeira preferida? escolinha. Eu sempre tomava a frente de tudo, com livros e canetas, muitas canetas - na época eu tinha uma coleção - e vontade de passar para os primos aquilo que eu sabia.
Era exigente, responsável, organizada (coisa que hoje não sou) gostava de descobrir novidades. Conhecimento é a palavra. Quanto mais melhor, sempre pensei assim. Minha audácia, ousadia, coragem e curiosidade me impulsionaram para anos além da minha idade. Eu cresci rápido, queria ser independente e conhecer o mundo. Queria ser importante!
Sempre fui péssima em matemática, passava arrastada. Mas, era nas aulas de hisória, português e geografia que eu me dedicava e ostentava o título de aluna nota 10.
Reuni tudo isso, uni o útil ao agradável, e deu nisso: Jornalismo

A arte de contar histórias

Reportagens são nada mais nada menos que contos, histórias, relatos de fatos verídicos.
Existem metodos para a transmissão da informação. Padrões de redação propostos pelos jornalistas mais experientes, masn nada impede o novato no ramo de inovar. Criar seu prórpio estilo. Escrever é uma arte, a arte de juntar palavras, de dar sincronia nas idéias e formar uma sequência de frases que compõe uma ou duas laudas de pura retratação.
Não somos máquinas fotográficas para retratar as coisas exatamente como aconteceram. Cabe a nós não fugir do foco, não distorcer as coisas, primar pela verdade, contar exatamente como aconteceu o fato, sem aumentar, sem omitir, sem privilegiar personagens, ouvir todos os envolvidos. Nosso papel é apenas repassar a notícia.
Não existe receita para aprender a fazer reportagens. Lembre-se é só contar o fato como quem conta uma história. Quanto mais detalhes melhor, torna o relato mais emocionante. É isso que agrada o público. É isso que prende milhares de pessoas em frente a televisão na horas dos telejornais.
Quem quer ser jornalista, precisa antes de tudo ser um contador de histórias!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Virou moda


Com um revólver nas mãos eles são corajosos e destemidos. Não temem polícia, papa, lutador de kung fu, nem cadeia.
São estrategistas, calculistas, planejam golpes milionários. Paracem até que são alunos de pré-vestibular para o inferno.
Mas, se escondem atrás das grades porque são covardes! Usam seres humanos como escudo para chamar atenção e se proteger deles mesmos.
Por falta de dinheiro, por poucas oportunidades e muita inconsequência se especializam cada vez mais no crime.
E, ninguém consegue detê-los.
Quem sofre com isso é a sociedade civil brasileira, que hoje é refém do medo, do mal de perseguição.
Em Belém os assaltos com refém viraram moda. Já estão tão comuns por aqui, que sinceramente, as manchetes de jornais nem me atraem. Todo dia acontece um, em algum lugar dessa cidade.
Não aguento mais fazer esse tipo de reportagem! Quando será que a segurança pública desse país vai intervir?
Uma piada que me contaram na semana passada diz que jornalista é acostumado a espalhar merda. Pode até ser verdade. Só que não somos nós que queremos isso!
Ô Lula, nosso querido companheiro, presidente, tira as nádegas da cadeira! para evitar que mais cidadãos brasileiros morram pelo excesso de violência.
E também, para eu tirar férias dessas ocorrências policiais.